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Atualização em 18/02/2012
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Nesta página você vai encontrar tudo sobre a história de alguns equipamentos eletrônicos e principalmente como ocorreu o seu desenvolvimento.
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Dupla João Silva e Paulinho
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CONHEÇA UM POUCO DA HISTÓRIA DO RÁDIO NO BRASIL E NO MUNDO
1887 - Heinrich Rudolf Hertz maravilhou o mundo científico com uma série de experiências sobre a teoria eletromagnética do escocês James Maxwell.Eles foram fundamentais para o desenvolvimento do telégrafo e, mais tarde, do rádio e da televisão. 1893 - O padre, cientista e engenheiro gaúcho Roberto Landell de Moura testa a primeira transmissão de fala por ondas eletromagnéticas, sem fio. Graças a ele, a Marinha brasileira realizou em 01 de março de 1905, diversos testes de mensagens telegráficas. 1895 - Guglielmo Marconi, nascido na Itália, teve acesso às descobertas do físico Hertz. Em setembro de 1895, Marconi fez as primeiras experiências de telegrafia sem fio, por um processo de emissão e recepção de ondas eletromagnéticas. Na virada do século, os países foram sendo ligados pela telegrafia sem fio de Marconi: França e Inglaterra (1899), Itália (1900), Canadá (1901), Argentina (1910), Brasil (1919), Austrália (1924). Marconi adquiriu a patente da invenção do rádio, enquanto Landell só conseguiria obter para si a patente em 1900. Todavia, o Primeiro Mundo reconhece o cientista Guglielmo Marconi como o ""descobridor do rádio"", natural de Bolonha, Itália, realizou em 1895 testes de transmissão de sinais sem fio pela distância de 400 metros e depois pela distância de dois quilômetros. Ele também descobriu o princípio do funcionamento da antena. 1919-1923 - Outra polêmica envolve o surgimento da primeira emissora de rádio no Brasil. Oficialmente se credita à Rádio Sociedade do Rio de Janeiro (hoje Rádio MEC), do então Distrito Federal (Rio de Janeiro), o pioneirismo, em 1923. Mas a Rádio Clube de Pernambuco (até hoje no ar e que chegou a ser propriedade de Assis Chateaubriand, a exemplo da Super Rádio Tupi), de Recife, quatro anos antes já realizava suas primeiras transmissões radiofônicas. Anos 20 - Nessa época, o rádio funcionava sem fins comerciais. Não havia ainda a chamada publicidade no rádio, que só viria em 1927 e ganharia fôlego nos anos 30. Antes disso, haviam as chamadas ""rádios clubes"" ou ""rádios sociedades"", ou seja, rádios com programação elitista e raio de irradiação limitado, organizadas por pessoas da alta burguesia, que além de sustentarem as emissoras, forneciam suas coleções de discos, geralmente de música clássica. 1936 - Surge a Rádio Nacional, PRK-30, no Rio de Janeiro. Ela se tornaria um marco na história do rádio, com seus programas de auditório, suas comédias e suas radionovelas. Entre o final dos anos 30 e a primeira metade dos anos 50 a Nacional seria uma das líderes de audiência do rádio brasileiro, exportando sua programação, gravada e dias depois transmitida, em outras cidades brasileiras. Nessa época as pessoas poderiam ir para os estúdios das rádios, verdadeiros teatros, para assistir ao vivo à programação realizada. Era época de grandes emoções, em que as pessoas podiam ver pessoalmente os comunicadores em ação. 1938 - Surge a Rádio Globo do Rio de Janeiro, que décadas depois seria a rádio AM mais popular do país, renovando o fôlego do rádio que havia sido abalado com o surgimento da televisão. Ainda em 1938, é realizada a primeira transmissão esportiva em rede nacional de rádio. Ela foi realizada durante a Copa de 1938, na Rádio Clube do Brasil (então DF), narrada por Leonardo Gagliano Neto. Década de 40 – A música brasileira não se limitava às marchinhas, que tiveram seus ídolos indiscutíveis, vide a famosa ""rivalidade"" das cantoras Emilinha Borba e Marlene. Mesmo a música regional foi bastante difundida pelo rádio, e aqui se destacam programas como os de Ary Barroso, que antes de brilhar na Rádio Nacional era insólito locutor esportivo da Rádio Cruzeiro do Sul (do então DF), que tocava gaita quando narrava os gols e se tornou célebre autor de inúmeras canções como ""Canta, Brasil"" e ""Aquarela do Brasil"" (que na opinião de muitos deveria ser adotada como Hino Nacional Brasileiro, em substituição ao atual), e o de Luiz Gonzaga, célebre cantor e compositor de baião, autor de clássicos como ""Asa Branca"", que fazia programas de música regional. 1941 - surge o Repórter Esso, patrocinado pela famosa companhia norte-americana de combustíveis, que lhe emprestava o nome. As notícias eram redigidas pela United Press International, e traduzidas para o português pela equipe do informativo. Era o principal veículo de informação sobre os fatos internacionais, sobretudo a Segunda Guerra Mundial e a Guerra do Vietnam. Década de 50 - Surge a televisão e o rádio é obrigado a se transformar. Já se falava na ameaça de extinção do veículo rádio, o que não ocorreu. Aos poucos o formato dos programas de auditório e das radionovelas migra do rádio para a TV. A pioneira emissora de TV foi a Tupi de São Paulo. Surgem as primeiras transmissões de radiojornalismo e as transmissões esportivas, que apareceram nos anos 30, se multiplicam e ganham mais popularidade. 1955 - surge a primeira transmissão experimental de rádio FM, pela Rádio Imprensa, no Rio de Janeiro, extinta no fim de dezembro de 2000. Sua introdutora foi a empresária Anna Khoury, que havia fundado a Rádio Eldorado AM no Rio de Janeiro e se desligou desta emissora por divergir do grupo de Roberto Marinho (jornal O Globo), que adquiriu a emissora. A transmissão da Imprensa FM se reduzia às instalações da emissora, constituindo-se de uma frequência de onda que ligava os transmissores ao estúdio da emissora, similar a de uma linha telefônica privativa. Década de 60 - O rádio AM assume as caraterísticas atuais. No lugar dos programas de auditório, aparecem programas de variedades comandados por locutores de boa voz e excelente estilo comunicativo. Se popularizam os programas esportivos e os policiais - e, num outro segmento, surgem as AMs, antecipando o formato ""adulto contemporâneo"" das FMs. 1969 - O Ministério das Comunicações havia surgido em 25 de fevereiro de 1967. Com a ditadura militar planejando um grande esquema de censura e manipulação ideológica, o rádio AM é incluído entre as instituições e pessoas físicas consideradas ""subversivas"". Anos 70 - O rádio AM, que era tido como ""subversivo"" em 1969, nos anos posteriores a 1974, quando a ditadura se afrouxou, através do governo Ernesto Geisel, passou a ser considerado como o rádio de ""brega"". Apesar disso, sua popularidade e credibilidade continuavam intatas e a juventude ainda ouvia as emissoras AM. O rádio FM ganhava força na segunda metade dos anos 70, só que competindo com outros perfis. Havia o perfil ""rádio rock"", de caráter experimental, e o perfil ""pop eclético"", predominantemente festivo. Anos 80 / Primeira Metade - A princípio o rádio AM continua com popularidade similar a dos anos 70. Mas o rádio FM avança em popularidade crescente, sobretudo entre os jovens. A segmentação das FMs em estilos musicais diferentes começa a ser uma realidade, com rádios de adulto contemporâneo de diversos níveis, como o pop (que inclui música romântica e disco music) e o sofisticado (somente jazz, blues, soft rock e MPB), além da popularização das rádios de rock a partir da Fluminense FM (Niterói) e 97 FM (ABC paulista), entre outras. 1990 / 2000 - Em 1990, entra no ar a Rede CBN de rádio, então restrita ao rádio AM. Duas afiliadas iniciam a rede, uma no Rio de Janeiro, outra em São Paulo. Em 1994 a CBN seria uma das pioneiras da ""papagaiagem"" eletrônica, com dupla transmissão em AM e FM em Brasília. Em 2000, a CBN AM sai do ar - apesar dela ter tido muito mais audiência que sua ""clone"" em FM - entrando no seu lugar a Jovem Pan 1 AM, que também tem ""clone"" em FM na capital do país. As emissoras de rádio AM começam a ser compradas por seitas religiosas das mais diversas, desde a Igreja Católica e a Igreja Universal do Reino de Deus até a mais obscura seita protestante. 2001 - Uma nova tecnologia pode surgir. É a tecnologia digital, que dará um som mais potente à Amplitude Modulada.Com o AM digital, um novo fôlego para o AM será enfim dado. Roberto Landell de Moura, nascido em Porto Alegre-RS, ele fazia demonstrações de transmissões da palavra à distância; na capital paulista, transmitiu sinais sonoros da hoje Avenida Paulista até Santana, numa distância de 8 quilômetros. No ano de 1900, registrou a patente n.º 3.279 sobre seu aparelho apropriado à transmissão da palavra à distância, com ou sem fios, através do espaço, da terra e da água. Em 1904, o padre Landell registrou nos Estados Unidos o transmissor de ondas, o telefone sem fio e o telégrafo sem fio. Além disso, inventou a válvula de três eletrodos, uma peça fundamental para o desenvolvimento da radiodifusão. De volta ao Brasil no ano seguinte, no Rio de Janeiro, o inventor solicitou ao Presidente Rodrigues Alves dois barcos para poder demonstrar o seu invento; ocasião em que foi tachado de ""maluco e espírita"" e teve seu equipamento destruído outra vez. O humilde clérigo foi então exercer o seu ofício religioso em Botucatu-SP e Mogi das Cruzes-SP. Depois, em Porto Alegre-RS, nas paróquias do Menino Deus e do Rosário. Padre Landell morreu em Porto Alegre aos 30 de julho de 1928. Nos escritos teóricos e nas experiências concretas do padre Landell há descobertas científicas que eram bem mais avançadas do que as de Marconi. Por falta de compreensão e recursos financeiros, até as patentes sobre seus inventos ficaram no esquecimento. Em 1967, foi criada em Porto Alegre a Fundação Padre Landell de Moura, que tem o objetivo de promover a educação por meio do som e da imagem. O centro de pesquisas instalado em Campinas-SP pela Telebrás em 1976 denomina-se Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Pe. Roberto Landell de Moura. 1.3 - A evolução do rádio - As duas primeiras décadas do século XX marcaram o reinado soberano da telegrafia sem fio, isto é, da utilização da onda eletromagnética para transmissões de telegramas pessoa a pessoa, com o emprego dos sinais de ponto e traço do código Morse. A radiodifusão - aproveitamento das mesmas ondas para irradiação de programas à massa - somente eclodiu a partir dos anos vinte. A transmissão hertziana de sons complexos, tais como a música e a voz humana, já eram tecnicamente possíveis desde o início do século XX. Com a invenção da válvula de triodo (Lee de Forest, Nova York, 1904), ficou possível amplificar os sinais elétricos, condição necessária à audição de sons complexos transmitidos por onda hertziana. Quando o rádio já tinha condições de transmitir boletins informativos sonoros, óperas e cantigas de natal, sobreveio a I Guerra Mundial. As forças armadas dos países em guerra se apoderaram imediatamente de todos os aparelhos do rádio nascente para usá-los com fins militares. Terminada a guerra, começaram a surgir tentativas de transmissões privadas, não mais voltadas para a guerra: em 1919 (Holanda, Estados Unidos), em 1920 (Inglaterra), em 1921 (França), em 1922 (Brasil), em 1923 (Bélgica), em 1924 (Itália), em 1926 (Alemanha). Porém, nessa época ainda se insistia em praticar no rádio um modelo de comunicação de pessoa para pessoa, havendo um emissor e um único receptor, como no radioamadorismo, tal qual no telefone de hoje. Só então aos poucos surgiu um modelo coletivo, onde havia um emissor para muitos receptores. No Brasil, começaram a surgir os “clubes” de radioamadores, isto é, quem possuía um gramofone cedia o aparelho para que várias pessoas pudessem ouvir uma mesma gravação em locais diferentes. Na Europa, o rádio ficou em poder do estado, isto é, o governo de cada país assumiu o controle das estações; destacou-se, a partir de 1926, a ""British Broadcasting Corporation"", a BBC. Em 1933, Hitler aproveitou-se do novo meio de comunicação para alastrar o racismo no país, obrigando a esposa de Hertz e as duas filhas dele a deixarem a Alemanha. Nos Estados Unidos, desde 1912 a iniciativa privada foi conquistando espaço; em 1920 estava consolidada a ""The Radio Corporation of América"", a RCA, onde 25% do capital social era da ""General Electric"", 20% da ""Westinghouse"", 4% da ATT e 51% da ""Marconi"". Em 1923, nos Estados Unidos já havia 556 radioemissoras; em 1925, já havia 4 milhões de radioreceptores. As radioemissoras no Brasil - Um primeiro experimento do rádio no Brasil data de 6 de abril de 1919, em Recife (PE), com Oscar Moreira Pinto, com a Rádio Clube de Pernambuco. Porém, a data mais significativa é o 7 de setembro de 1922, quando no Rio de Janeiro, Roquete Pinto transmitiu a comemoração cívica direto do Teatro Municipal, incluindo o discurso do Presidente Epitácio Pessoa. Em 1923, Roquete Pinto criou a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro. Nessa década, os radioreceptores eram importados e custavam caro; a programação era destinada à elite cultural. Aos poucos, nas cidades onde já havia radiotransmissores, formavam-se os ""clubes"" ou ""sociedades"" dos possuidores de gramofone que emprestavam seu aparelho e seus discos de óperas para serem utilizados pelas radioemissoras; os radiouvintes pagavam uma mensalidade. Os reclames publicitários foram autorizados pelo Decreto 21.111 de 1º de março de 1932; aos poucos, o rádio foi barateando e se inserindo nas camadas populares, graças aos patrocínios. Aos poucos, o rádio foi se estruturando como empresa, em conjunto com a indústria e o comércio. A Rádio Record de São Paulo foi pioneira em convidar representantes políticos para palestras instrutivas; em 1935 já era obrigatória a transmissão da ""Voz do Brasil"", como noticiário oficial do governo. No dia 28 de agosto de 1940 entrou no ar, com Heron Domingues, o ""Repórter Esso"" através da Rádio Nacional do Rio de Janeiro; até o dia 31 de dezembro de 1968, esse noticioso veiculou em primeira mão as notícias do Brasil e do mundo. Em 1942, a Rádio Tupi de São Paulo lançou o ""Grande Jornal Falado Tupi"", sob o comando do jornalista Corifeu de Azevedo Marques. Em 1947, a Rádio Panamericana transformou-se na emissora do esporte. Aos 13 de maio de 1942 era fundado o Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística - Ibope, para averiguar a audiência das radioemissoras. Na década de 1940 surgiram a radionovela e o humorismo no rádio. Com a inauguração da televisão aos 19 de setembro 1950, quando Assis Chateaubriand inaugurou a TV TUPI, em São Paulo-SP, o rádio passou por uma crise financeira. Os profissionais do rádio foram migrando para a televisão e levando consigo os reclames publicitários. Por outro lado, desde que aos 23 de dezembro de 1947, nos Estados Unidos, John Bardeen apresentara ao mundo o transistor, o invento passou a dar um grande impulso ao rádio, pois concedia ao radioreceptor a característica da portabilidade. O rádio foi se tornando ágil e barato, por isso cada vez mais acessível à população. O rádio passou a veicular notícias, meteorologia, ofertas de emprego, ou, simplesmente música. Na década de 1960, as emissoras em Freqüência Modulada-FM começaram a ter um público-alvo segmentado. Destacaram-se a Rádio Imprensa do Rio de Janeiro e a Rádio Difusora de São Paulo na difusão de música e notícias. A partir de 1982, as radioemissoras foram adotando o CD e dispensando o disco de vinil. Na década de 1990, toda a produção de áudio passou a ser digital; o computador sepultou as fitas eletromagnéticas, as cartucheiras, os audiocassetes e mesmo o CD e o MD.
HISTÓRIA DO FAX
Fax (abreviatura do termo latino facsimile ou telefacsimile), ou Telecópia é uma tecnologia das telecomunicações usada para a transferência remota de documentos através da rede telefônica. A idéia de transmitir e reproduzir documentos à longa distância foi patenteada por Alexander Bain em 1843. Da união da idéia de Bain com aparelho telefônico criado por Alexander Graham Bell, o primeiro protótipo do fac-símile, mais conhecido como fax, foi criado nos Laboratórios Bell em 1926. Em 1947 Gabriel Casotti, especialista em telegrafia sem fio, produziu o primeiro aparelho de fax com a ajuda da agência de notícias Associated Newspapers. Em 1949, a Muirhead instalou o primeiro sistema de fax no Japão. E em 1973 ele começou a ser produzido em grande escala. Uma "máquina de fax" normalmente consiste de uma scanner, um modem, uma impressora e uma linha telefônica em um só equipamento. A scanner converte o arquivo impresso em imagem digital, o modem envia esta imagem pela linha telefônica para outra máquina de fax e impressora desta máquina produz uma cópia do documento recebido. O grande sucesso do fax deve-se principalmente à sua grande vantagem sobre os correios quando a comunicação é a longa distância, uma vez que a tranferência de documentos daquele é quase instantânea.
A INVENÇÃO DO RÁDIO
O cientista inglês James Clerk Maxwell ao estudar a natureza eletromagnética da luz, teorizou sobre certos fenômenos ondulatórios produzidos pelo movimento vibratório dos elétrons. A partir de 1879, o físico alemão Heinrich Hertz realizou diversas experiências práticas em que utilizou um circuito oscilante ou oscilador, dispositivo no qual a corrente elétrica fica circulando ora num sentido, ora em outro, devido ao fenômeno da auto-indução (o condutor produz um campo eletromagnético em si mesmo quando é percorrido por uma corrente variável). As experiências de Hertz foram o ponto de partida para a descoberta da radiotelegrafia, radiotelefonia e televisão e abriram horizontes a outros físicos como Eduard Branly e Guglielmo Marconi, que em 1896 patenteou o primeiro aparelho transmissor sem fios. As ondas sonoras são variações da pressão do ar, e sua propagação depende assim de um meio material. À medida que a onda de som se propaga, o ar é primeiro comprimido e depois rarefeito, pois é a mudança de pressão no ar que produz o som. Para transmitir a voz humana ou a música, é preciso converter as ondas sonoras em ondas eletromagnéticas de radiofreqüência, e depois reconvertê-las em sonoras a fim de que possam ser ouvidas. O primeiro papel é desempenhado primeiro pelo microfone e o segundo pelo alto-falante, com auxílio de válvulas ou transistores. As estações transmissoras produzem as ondas eletromagnéticas chamadas ondas hertzianas, dentro de freqüências (e correspondentes amplitudes) que são fixadas pelos governos, a fim de impedir interferência de uma nas outras. Em geral, as emissoras comerciais usam a faixa acima de 1000 metros de comprimento de onda. São ondas longas. Os comprimentos de ondas entre 1000 e 100 metros correspondem a ondas médias. As ondas curtas, de 100 a 10 metros, são usadas para vários objetivos, como nas comunicações policiais, na orientação de aviadores em vôo, em radioamadorismo e programas intercontinentais. A diferença fundamental entre o comportamento das ondas longas e das ondas curtas ondas de rádio é que as primeiras podem contornar obstáculos como edifícios, montanhas, etc. As ondas curtas não podem fazê-lo facilmente, mas em compensação podem ser concentradas em finos feixes, quais fachos de luz. Esses feixes podem então ser “dirigidos” e usados para orientar ou detectar aviões, submarinos e foguetes balísticos. Estão nesse caso as ondas de radar. As ondas usadas para altas freqüências de rádio (VHF) e para televisão são ainda mais curtas, com comprimento de onda menor que 3 metros.
A INVENÇÃO DA TELEVISÃO
Quando o americano G. R. Carey construiu, em 1875, o primeiro aparelho para transmissão de imagens por ondas eletromagnéticas, não imaginou que seu invento fosse causar tanta discussão. Era um dispositivo muito simples, composto de um núcleo de células sensíveis à luz, ligadas por fios a um conjunto de lâmpadas elétricas. Focalizando a imagem de um objeto sobre o conjunto das fotocélulas, o inventor fazia com que cada uma delas regulasse a quantidade de corrente elétrica que enviava à lâmpada correspondente e a variação de luminosidade das várias lâmpadas. Do momento em que a imagem é captada pela câmara até o momento em que ela aparece no vídeo de um televisor, a quilômetros de distância, decorre apenas uma fração de segundo. Mas neste prazo reduzido acontece muita coisa, que pode ser resumida da seguinte maneira: primeiro, a câmara de TV recolhe as imagens, decompondo-as em sinais elétricos que são mandados para um centro eletrônico – o modulador. Ali os sinais são “embalados para viagem” sob a forma de ondas, e despachados por via aérea de uma grande antena transmissora. Uma outra antena recebe essa “encomenda” e a encaminha ao aparelho receptor. Esse desfaz a “embalagem”, recompõe os sinais em sua disposição original e finalmente projeta numa tela a reprodução exata da imagem transmitida. Fonte: http://faustomoraesjr.sites.uol.com.br
A HISTÓRIA DO MOUSE DE COMPUTADOR
O mouse de computador foi criado por Douglas Engelbart, em 1968, resultado de um projeto que durou cinco anos. Engelbart, nascido em 30 de janeiro de 1925, no Oregon, EUA, trabalhou no Instituto de Pesquisa de Stanford, onde desenvolveu o "ratinho de mesa". Sua primeira versão era feita de madeira, movia-se sobre pequenas rodas e tinha apenas um botão. A popularização do equipamento, tão indispensável hoje, começou bastante tarde, quando em 1982 a Appel lançou o sistema de "apontar e clicar", mesmo ano em que ganhou mais uma tecla.O PRIMEIRO MONITOR DE PLASMA PRETO E BRANCO
O primeiro monitor monocromático de plasma foi desenvolvido em 1964 para os computadores PLATO (PLATO Computer System), em parceria com a Universidade de Illinois em Urbana-Champaign por Donald Bitzer, H. Gene Slottow e o estudante Robert Wilson.As vantagens da aplicação de monitores de plasma em informática até meados da década de 70, eram sua robustez e por não necessitarem de buffer de dados para atualização de imagens. Com a queda de preço dos semicondutores (Lei de Moore) os CRTs dominaram o mercado até o final dos anos 90. Em 1997, a Fujitsu introduziu o primeiro televisor de plasma 42 polegadas no varejo. Este tinha resolução de 852x480 (EDTV), varredura progressiva e custava US$ 14.999 à sua estréia.Fonte Wikipédia.
AS PRIMEIRAS MÁQUINAS DE COMPUTAR
John Napier (1550-1617), escocês inventor dos logaritmos, também inventou os ossos de Napier, que eram tabelas de multiplicação gravadas em bastão, o que evitava a memorização da tabuada.A primeira máquina de verdade foi construída por Ediin, sendo capaz de somar, subtrair, multiplicar e dividir. Essa máquina foi perdida durante a guerra dos trinta anos, sendo que recentemente foi encontrada alguma documentação sobre ela. Durante muitos anos nada se soube sobre essa máquina, por isso, atribuía-se a Blaise Pascal (1623-1662) a construção da primeira máquina calculadora, que fazia apenas somas e subtrações.A máquina Pascal foi criada com objetivo de ajudar seu pai a computar os impostos em Rouen, França. O projeto de Pascal foi bastante aprimorado pelo matemático alemão Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1726), que também inventou o cálculo, o qual sonhou que, um dia no futuro, todo o raciocínio pudesse ser substituído pelo girar de uma simples alavanca.Todas essas máquinas, porém, estavam longe de ser um computador de uso geral, pois não eram programáveis. Isto quer dizer que a entrada era feita apenas de números, mas não de instruções a respeito do que fazer com os números.Fonte: Wikipédia.
FORNO DE MICROONDAS
A ideia de usar micro-ondas para cozinhar alimentos foi descoberta por Percy Spencer que trabalhava na empresa Raytheon, fabricando magnetrons para aparelhos de radar. Um dia estava trabalhando num aparelho de radar ativo quando observou uma sensação repentina e estranha, e viu que uma barra de chocolate que tinha no seu bolso tinha derretido. Percy não era nenhum estranho às descobertas e experiências, devido ao seu suporte a 120 patentes e entendeu perfeitamente o que tinha acontecido. O primeiro alimento a ser cozido deliberadamente com micro-ondas foi a pipoca e o segundo um ovo, que cozinhou de dentro para fora e explodiu devido à pressão.DVD
No início de 1990 dois tipos de discos-ópticos de alta capacidade estavam em desenvolvimento: um era o MultiMedia Compact Disc (MMCD), liderado pela Philips e Sony, e o outro era o Super Density Disc (SD), patrocinado pela Toshiba, Time-Warner, Matsushita Electric (Panasonic), Hitachi, Mitsubishi, Pioneer, Thomson e JVC. O presidente da IBM, Lou Gerstner, tinha a proposta de unir os dois sistemas, evitando a repetição dos problemas da década de 1980, com os videocassetes dos formatos VHS e Betamax.Philips e Sony abandonaram o formato MMCD e concordaram o formato da Toshiba com duas modificações relacionadas com a tecnologia implicada. A primeira foi a geometria que permitisse o "push-pull" (pular) das faixas (assim como no CD, podem ser feitos saltos de uma música para outra, enquanto numa videocassete não há como fazer isso rapidamente), que era uma tecnologia conjunta da Philips e Sony. A segunda era a adoção do sistema Philips EFMPlus. O EFMPlus, foi criado por Kees A. Schouhamer Immink, que também criou o EFM: é 6% menos eficiente que o sistema SD da Toshiba, o que resultou numa capacidade de 4,7GB ao invés dos originais 5GB do SD. A grande vantagem do EFMPlus é sua grande resiliência e resistência a intempéries tais como arranhões e impressões digitais. O resultado foi o DVD 1.5, anunciado ao público em 1995 e terminado em setembro de 1996. Em maio de 1997, o Consórcio DVD mudou para Fórum DVD, que é aberto a todas as companhias (não somente a Philips, Sony e Toshiba).Os primeiros DVD Players (leitores de DVD) e discos estavam disponíveis em Novembro de 1997 no Japão, Março de 1998 nos Estados Unidos, 1999 na Europa e 2000 na Austrália. No Brasil a tecnologia começou a ganhar força em 2002 e 2003. O primeiro filme em DVD lançado nos Estados Unidos foi o Twister em 1996. O filme foi um teste para o Surround Sound 2.1. No Brasil, o primeiro DVD de filme foi Era uma vez na América, da FlashStar lançado em 1998. Em 1999 o preço dos DVD Players baixou para 300 dólares. A rede de supermercados Wal-Mart começou a vender DVD Players mesmo tendo pouca procura em comparação com os vídeos VHS, mas logo outras lojas seguiram o Wal-Mart e o DVD rapidamente se tornou popular nos Estados Unidos. Devido à desvalorização da moeda brasileira em relação aos dólares e à demora na decisão sobre a região a ser adotada no Brasil, bem como outros fatores, o DVD só se popularizou no Brasil em 2003, tomando quase 80% do mercado de vídeos. Um atraso de quase um ano, segundo fabricantes do setor.Fonte: Wikipédia.